TECNOLOGÍA AGROALIMENTARIA (II)


Tareas

1. Tecnología postcosecha y IV gama: Valorización de frutas y hortalizas de interés regional

Instituto Tecnológico Agroalimentario (INTAEX); Centro de Investigación Agraria Finca La Orden-Valdesequera; Universidad de Évora; Instituto Politécnico de Portalegre; Instituto Politécnico de Beja; Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR); Centro de Biotecnología Agrícola e Agro-Alimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL); Associação Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar (CATAA)

Coordinador del proyecto o investigador responsable: David González Gómez (INTAEX)

Justificación

Son abundantes el número de evidencias científicas que avalan que el consumo de frutas y hortalizas repercute muy positivamente en la salud humana. En general este consumo es un factor determinante en la prevención de una amplia variedad de enfermedades de tipo degenerativo, que presentan elevada incidencia en los países desarrollados (determinados tipos de cáncer, obesidad, diabetes, trastornos vasculares, etc), y que van ligadas a fenómenos de oxidación. Sin embargo, la mayoría de la población sigue sin consumir cantidades suficientes de estos alimentos, según indica un informe FAO/OMS de expertos en alimentación, nutrición y prevención de enfermedades crónicas (FAO/OMS, 2003).

En este proyecto se pretende fomentar el consumo de frutas y hortalizas mediante la mejora de su calidad post-cosecha. El consumidor hace una asociación íntima y casi exclusiva entre calidad y características organolépticas. Así se justifica la necesidad de proceder a la evaluación sensorial de los frutos frescos y de los que han sido sometidos a nuevas tecnologías de conservación. Esto permitirá evaluar y diseñar una estrategia de recolección y conservación, encaminada no sólo a prolongar la vida útil del fruto, sino además mantener unos elevados estándares de calidad organoléptica, lo que contribuirá a un incremento de su consumo.

Por otro lado, los hábitos de alimentación actuales están cambiando y en este sentido existe una espectacular demanda de productos listos para consumir, de tamaños medios o unitario, sanos y de garantía. Como se ha indicado, el consumo de fruta fresca entera tiende a disminuir mientras que existe un incremento claro del mercado denominado ’Fresh Cut’. Actualmente el procesado para la obtención de fruta troceada y pelada proporciona un producto con importantes daños en el tejido celular, lo que origina una baja calidad y una vida útil muy corta, que no satisface las necesidades del consumidor actual.En este sentido, es necesario incrementar el conocimiento científico en el campo de la cuarta gama de fruta, que permita obtener un producto de alta calidad a precios razonables.

Objetivos

El objetivo principal que se persigue en este proyecto es fomentar el consumo de frutas regionales a través de la mejora de su calidad post-cosecha y mediante la elaboración de productos listos para comer. En otras palabras, disponer de frutas de mayor calidad redundará positivamente en un incremento en su consumo.

Este objetivo general se desglosa en los siguientes objetivos:

  • Fijar los criterios para la determinación de la calidad de frutas cultivadas en la zona de Extremadura, Alentejo y Centro. En este apartado se pretende definir la madurez comercial y los criterios objetivos para fijar la calidad.
  • Elaborar un calendario de las principales variedades de frutas cultivadas en la zona de Extremadura, Alentejo y Centro. Para ello, se estudiará la calidad del fruto fresco y en post-cosecha.
  • Evaluar de la aptitud para procesado en IV gama de frutas cultivadas en la zona de Extremadura, Alentejo y Centro.

2. Alimentação Saludável nas escolas do Concelho de Portalegre

INTAEX, Junta de Extremadura, Universidade de Évora, Instituto Politécnico de Portalegre, Instituto Politécnico de Beja.

Justificación

É cada vez maior o número de evidências científicas que indicam que o consumo de frutas e hortaliças são um factor determinante na prevenção de uma grande variedade de doenças (tipos de cancro, obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, etc.). É neste sentido que a Associação de Desenvolvimento Regional / IPP em conjunto com a Câmara Municipal de Portalegre e as várias Escolas Superiores do Instituto Politécnico de Portalegre concertaram uma estratégia e realizaram um projecto piloto, cujo objectivo principal é “ajudar a mudar as atitudes e os comportamentos em relação aos hábitos alimentares de todas as crianças e jovens das escolas do Concelho de Portalegre”. Com a pretensão de dar cumprimento ao projecto, foi escolhida a escola piloto (Agrupamento Nº2 de Portalegre, que incluí a EB2,3 Cristóvão Falcão nos 5º, 7º e 8º anos, EB1 dos Fortios, EB1 do Monte Carvalho e EB1 da Vargem), com a qual foi possível realizar um estudo de investigação com o intuito de “Diagnosticar a situação”. Este mesmo estudo foi, posteriormente, apresentado em várias instâncias aos vários parceiros e intervenientes. Na sequência dos resultados do estudo desenvolveu-se formação junto das crianças, pais, professores/educadores, funcionários dos bares e dos refeitórios da escola envolvida.

Depois da realização deste projecto piloto, com a duração de um ano lectivo, estão lançadas as bases para, numa segunda fase, se poder realizar um projecto ambicioso que garanta uma alimentação saudável, tão sistemática quanto possível, em todas as escolas do Concelho de Portalegre.

Para uma realização bem sucedida deste projecto há que conseguir que diversas valências complementares sejam asseguradas e actuem em sinergia nos tempos e locais próprios.

Com este projecto há diversos actores e sectores de actividade que podem sair beneficiados com a dinâmica induzida pelo mesmo. A juntar a esta situação, o projecto confere aos produtores locais a possibilidade de entrarem em novos segmentos de mercado, nomeadamente nas escolas e no(s) mercado(s) municipal(is), o que contribuirá, certamente, para a dinamização económica da região.

Sendo um projecto desenvolvido em conjunto com a CMP, dado o seu carácter inovador, a intervenção da mesma em prol da qualidade de vida existente no território, da dinamização económica regional e, consequentemente, da sustentabilidade social da região, só poderá beneficiar a imagem da mesma intra e extra muros.

Objetivos

Pretende-se que este projecto, incidente nas escolas, constitua uma “locomotiva” no sentido de dinamizar um conjunto, articulado, de situações que propiciem atingir diversos objectivos:

  • Recuperar e registar receitas tradicionais saudáveis, tratamentos naturais e outros saberes tácitos;
  • Permitir criar novas receitas saudáveis com base em ingredientes locais, naturais e da “época”;
  • Divulgar amplamente as mesmas receitas;
  • Propiciar que desde as cantinas e refeitórios, passando pelos restaurantes e acabando nas famílias, se comece a dispor, cada vez mais e sistematicamente, de alternativas de refeições saudáveis;
  • Propiciar que as unidades agrícolas e agro-industriais desenvolvam novos mercados com base em produtos saudáveis, desde os mercados locais até aos mercados internacionais;
  • Propiciar alguma revitalização do mercado municipal como local de escoamento das micro e pequenas explorações agrícolas e agro-industriais da região;
  • Propiciar que na educação obrigatória constem conteúdos pedagógicos baseados em produtos, saberes e tradições da região;
  • Propiciar a criação de recursos de demonstração que contribuam para a educação de jovens e adultos e para a formação de empresários e profissionais;
  • Propiciar que as estruturas do IPP se envolvam, mais profundamente, com as diversas entidades do meio envolvente regional, com base no desenvolvimento de soluções, concretas, que propiciem uma maior competitividade económica e uma maior qualidade de vida;
  • Propiciar que os conhecimentos científicos resultantes do projecto contribuam para uma clara diferenciação e melhoria da reputação das diversas escolas que compõem o IPP;
  • Contribuir para o reforço da imagem da região, como uma região detentora de um invejável nível de qualidade de vida.